
PORTO VELHO, RO - As magistradas do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) Juliana Paula Costa, Roberta Macedo e Larissa Pinho participaram, nesta quinta-feira (20), do I Encontro de Juízas no Supremo Tribunal Federal (STF). A iniciativa reuniu magistradas de diferentes regiões do país e representantes de 37 tribunais e órgãos do sistema de Justiça para discutir os desafios enfrentados pelas mulheres na magistratura e construir propostas voltadas ao fortalecimento da equidade de gênero no Poder Judiciário.
Durante a programação, a juíza Juliana Paula Costa também se manifestou em nome das magistradas que integram o Coletivo EsperançaR, grupo formado por juízas de Rondônia que atua no fortalecimento da participação feminina e na promoção da equidade no Judiciário.
Realizado no STF, o encontro contou com a participação de integrantes das Justiças estadual, Federal, do Trabalho, Eleitoral e Militar, além de representantes de tribunais superiores, associações da magistratura e coletivos de juízas.
Na abertura do evento, a ministra Cármen Lúcia destacou a importância de transformar o debate sobre igualdade de gênero em medidas concretas de mudança institucional. Para a ministra, o encontro representa uma oportunidade para construir uma compreensão comum sobre os desafios vivenciados pelas magistradas, identificar problemas persistentes e formular encaminhamentos capazes de produzir resultados efetivos.
“É preciso estarmos todas na mesma página, sabendo exatamente do que estamos falando, quais são as denúncias que precisamos fazer e quais propostas temos que pensar e apresentar”, afirmou.
A ministra ressaltou que, embora as mulheres tenham conquistado avanços importantes nas últimas décadas, ainda permanecem barreiras estruturais tanto na sociedade quanto no próprio sistema de Justiça. Segundo Cármen Lúcia, a igualdade prevista constitucionalmente ainda não se concretizou plenamente na experiência profissional das magistradas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional
Durante a programação, a juíza Juliana Paula Costa também se manifestou em nome das magistradas que integram o Coletivo EsperançaR, grupo formado por juízas de Rondônia que atua no fortalecimento da participação feminina e na promoção da equidade no Judiciário.
Realizado no STF, o encontro contou com a participação de integrantes das Justiças estadual, Federal, do Trabalho, Eleitoral e Militar, além de representantes de tribunais superiores, associações da magistratura e coletivos de juízas.
Na abertura do evento, a ministra Cármen Lúcia destacou a importância de transformar o debate sobre igualdade de gênero em medidas concretas de mudança institucional. Para a ministra, o encontro representa uma oportunidade para construir uma compreensão comum sobre os desafios vivenciados pelas magistradas, identificar problemas persistentes e formular encaminhamentos capazes de produzir resultados efetivos.
“É preciso estarmos todas na mesma página, sabendo exatamente do que estamos falando, quais são as denúncias que precisamos fazer e quais propostas temos que pensar e apresentar”, afirmou.
A ministra ressaltou que, embora as mulheres tenham conquistado avanços importantes nas últimas décadas, ainda permanecem barreiras estruturais tanto na sociedade quanto no próprio sistema de Justiça. Segundo Cármen Lúcia, a igualdade prevista constitucionalmente ainda não se concretizou plenamente na experiência profissional das magistradas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional
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Jurídico