Prefeitura de Porto Velho cria residência acadêmica em educação especial inclusiva

Prefeitura de Porto Velho cria residência acadêmica em educação especial inclusiva

Proposta representa um avanço importante na qualificação da rede municipal de ensino

PORTO VELHO, RO
- A Prefeitura de Porto Velho conseguiu aprovação da Câmara Municipal do projeto de lei complementar de autoria do Executivo que cria a Residência Acadêmica em Educação Especial Inclusiva. Uma iniciativa que integra as ações do Sistema Municipal de Educação Inclusiva — SMEI na cidade.

A proposta representa um avanço importante na qualificação da rede municipal de ensino, fortalecendo o apoio aos estudantes, público da educação especial e contribui para a construção de uma escola mais preparada, acessível e inclusiva.

A Residência Acadêmica tem como objetivo aproximar estudantes em formação da realidade das escolas municipais, promovendo vivência prática, acompanhamento técnico e atuação supervisionada junto às equipes escolares.

A medida busca ampliar a capacidade de apoio da rede, melhorar as práticas pedagógicas inclusivas e contribuir para a permanência, participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades, superdotação e demais necessidades educacionais específicas.

De acordo com o secretário municipal de educação, Giordani Lima, a aprovação é um compromisso da gestão com uma rede de ensino mais qualificada e preparada para responder às necessidades dos estudantes.

Para Giordani Lima, a aprovação é um compromisso da gestão com uma rede de ensino mais qualificada

“A Residência Acadêmica em Educação Especial Inclusiva é uma estratégia importante para fortalecer o trabalho das nossas escolas. Estamos falando de formação, acompanhamento e apoio técnico para que a inclusão aconteça no cotidiano da sala de aula, com mais segurança para os profissionais e mais oportunidades de aprendizagem para os estudantes”, lembrou Giordani.

A secretária adjunta de Inclusão e Assistência Social, Tércia Marília, disse que a iniciativa faz parte de uma política estruturante, construída para consolidar o SMEI como um sistema permanente de apoio à educação inclusiva no município.

“Esse projeto não é uma ação isolada. Ele faz parte de um desenho maior, que é o Sistema Municipal de Educação Inclusiva. A residência vem para qualificar o serviço da rede, aproximar a formação acadêmica da realidade das escolas e garantir que os estudantes, público da educação especial tenham apoio, planejamento individualizado e condições reais de participação e aprendizagem”.

O prefeito Léo Moraes falou que a aprovação do projeto representa mais um passo da gestão municipal na construção de políticas públicas permanentes e voltadas à garantia de direitos.

Léo Moraes afirmou que o projeto fortalece as políticas públicas permanentes de garantia de direitos

“Porto Velho está avançando com responsabilidade na educação inclusiva. Queremos uma rede que acolha, ensine e garanta oportunidades para todas as crianças. A criação da Residência Acadêmica é uma medida concreta para fortalecer nossas escolas, apoiar nossos profissionais e cuidar melhor dos nossos estudantes”.

“Essa é mais uma política pública inclusiva da gestão municipal, criada com objetivo de garantir uma melhor qualidade de vida para a população de Porto Velho”, comentou Paulo Afonso, Secretário Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

Mais do que criar vagas de residência, o projeto fortalece uma nova lógica de cuidado educacional: formação em serviço, apoio técnico, acompanhamento qualificado e compromisso com uma educação que não apenas matricula, mas garante condições reais de aprendizagem.

Outro destaque da lei é a criação de 771 bolsas de residência acadêmica, com duração de até 36 meses e auxílio mensal de R$ 1.700, permitindo que universitários adquiram experiência prática e fortaleçam a educação inclusiva no município.

A partir de agora, Porto Velho dá mais um passo na consolidação do SMEI, avançando na estruturação de uma política pública permanente, planejada e baseada na qualificação dos serviços ofertados às crianças e estudantes da rede municipal.

A educação inclusiva exige planejamento, investimento, formação e responsabilidade compartilhada. A criação da Residência Acadêmica reafirma esse compromisso e fortalece o caminho para uma rede mais humana, técnica e preparada para acolher as diferenças e garantir direitos.

Texto: Semias.
Edição: Semias
Foto: Secom/Semias

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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