Por Marcelo Gladson/CADERNO DESTAQUE
PORTO VELHO, RO - O que começou como uma suposta noite de tensão na campanha eleitoral de Hildon Chaves terminou, ao menos segundo o relato apresentado, como um daqueles episódios que parecem saídos de uma cena de comédia — com direito a barulho, correria e muita confusão.
A informação que circulou inicialmente apontava para um suposto atentado contra a equipe do candidato ao Governo de Rondônia. Teriam sido disparados tiros nas proximidades de uma produtora onde integrantes da campanha estavam reunidos. O episódio rapidamente ganhou repercussão e alimentou a preocupação de que a disputa eleitoral pudesse ter chegado a um nível perigoso.
Mas, de acordo com o relato, não houve disparos de arma de fogo.
O barulho que provocou o susto teria vindo de um veículo que passou pelo local com o escapamento em condições precárias. Ao acelerar, o carro produziu uma sequência de estampidos que, à distância, poderia ser confundida com tiros.
Foi o suficiente para instalar o pânico.
A situação ganhou ainda mais contornos de ironia porque, segundo o relato, havia policiais militares e até coronel entre os integrantes responsáveis pela segurança de Hildon Chaves. Ainda assim, o barulho do escapamento teria provocado uma reação imediata de fuga e apreensão.
A história, que inicialmente tinha todos os ingredientes de um possível atentado político, acabou se transformando em um grande mal-entendido.
O episódio também serve de alerta para um período eleitoral que promete ser marcado por fortes disputas, troca de acusações e muita tensão política. Ataques verbais, críticas duras e embates entre adversários fazem parte do jogo eleitoral. Mas transformar um escapamento barulhento em uma ocorrência de tiros é outra história.
No fim das contas, o “atentado” contra Hildon Chaves teria sido apenas o susto provocado por um carro passando pela rua.
Uma confusão que, em vez de terminar em investigação policial sobre disparos, acabou rendendo assunto, comentários e uma boa dose de deboche nas redes sociais.
Em uma eleição que promete ser quente, pelo menos esse episódio não terminou em tiro — só em barulho.
A informação que circulou inicialmente apontava para um suposto atentado contra a equipe do candidato ao Governo de Rondônia. Teriam sido disparados tiros nas proximidades de uma produtora onde integrantes da campanha estavam reunidos. O episódio rapidamente ganhou repercussão e alimentou a preocupação de que a disputa eleitoral pudesse ter chegado a um nível perigoso.
Mas, de acordo com o relato, não houve disparos de arma de fogo.
O barulho que provocou o susto teria vindo de um veículo que passou pelo local com o escapamento em condições precárias. Ao acelerar, o carro produziu uma sequência de estampidos que, à distância, poderia ser confundida com tiros.
Foi o suficiente para instalar o pânico.
A situação ganhou ainda mais contornos de ironia porque, segundo o relato, havia policiais militares e até coronel entre os integrantes responsáveis pela segurança de Hildon Chaves. Ainda assim, o barulho do escapamento teria provocado uma reação imediata de fuga e apreensão.
A história, que inicialmente tinha todos os ingredientes de um possível atentado político, acabou se transformando em um grande mal-entendido.
O episódio também serve de alerta para um período eleitoral que promete ser marcado por fortes disputas, troca de acusações e muita tensão política. Ataques verbais, críticas duras e embates entre adversários fazem parte do jogo eleitoral. Mas transformar um escapamento barulhento em uma ocorrência de tiros é outra história.
No fim das contas, o “atentado” contra Hildon Chaves teria sido apenas o susto provocado por um carro passando pela rua.
Uma confusão que, em vez de terminar em investigação policial sobre disparos, acabou rendendo assunto, comentários e uma boa dose de deboche nas redes sociais.
Em uma eleição que promete ser quente, pelo menos esse episódio não terminou em tiro — só em barulho.
Tags:
Destaque