VAZOU: Presidente da ALE-RO, Alex Redano, relata problema familiar e cancela participação em jantar do Republicanos na véspera da Operação Reduto

VAZOU: Presidente da ALE-RO, Alex Redano, relata problema familiar e cancela participação em jantar do Republicanos na véspera da Operação Reduto


Porto Velho , RO – Na noite desta quarta-feira (8), poucas horas antes da deflagração da Operação Reduto, da Polícia Federal, o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), deputado estadual Alex Redano (Republicanos), comunicou aos integrantes do grupo de pré-candidatos a deputado estadual do partido que não participaria do jantar político organizado pela legenda.

Em mensagem enviada no grupo de WhatsApp "Nominata Republicanos 2026", Redano informou que precisou cancelar sua presença por causa de um problema familiar de última hora.

"Amigos, tive um problema familiar de última hora e não pude ficar no jantar, já expliquei pro Maurício... me desculpem amigos e tamo junto sempre."

Após a mensagem, integrantes do grupo responderam demonstrando apoio ao parlamentar.

Vídeo divulgado antes da operação


CLIQUE AQUI E CONFIRA VÍDEO

Ainda na quarta-feira, Alex Redano também divulgou um vídeo no qual faz um desabafo sobre a situação que antecedia a operação policial.

No vídeo, o presidente da Assembleia afirma que "estão levando o Judiciário ao erro", em referência às investigações que envolvem a Assembleia Legislativa. A declaração ocorreu antes do cumprimento dos mandados da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (9).

Até o momento, não há confirmação oficial de que o cancelamento da participação no jantar tenha relação com a operação policial. A única informação pública é que o deputado comunicou aos colegas do Republicanos que enfrentava um problema familiar.
Operação Reduto investiga suposto esquema de corrupção

A Operação Reduto foi deflagrada pela Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO).

Segundo a PF, as investigações apuram supostos crimes de:

Fraude em licitações;
Peculato;
Lavagem de dinheiro;
Associação criminosa.

A investigação aponta duas frentes de atuação: uma relacionada ao direcionamento de contratos públicos no município de Ariquemes e outra ao suposto desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia, prática conhecida como "rachadinha".

A Justiça autorizou o cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva, o afastamento de 11 servidores públicos e o bloqueio de bens de até R$ 9 milhões.

Assembleia ainda não divulgou posicionamento oficial

Conforme informado anteriormente pela reportagem, a Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Rondônia declarou que não há, até o momento, nota oficial sobre a Operação Reduto. Também informou que não existe previsão para divulgação de um posicionamento institucional e que os nomes dos eventuais alvos da investigação não serão informados pela Casa.
Investigações continuam

A Polícia Federal ressaltou que a Operação Reduto ainda está em andamento e que as medidas judiciais têm como objetivo reunir novas provas para aprofundar as investigações.

CONFIRA FOTOS DA OPERAÇÃO DA PF











Fonte: O OBSERVADOR

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