Vereadores denunciam falta de combustível em ônibus escolares e cobram explicações da empresa Prime
Texto e fotos Marcelo Gladson
PORTO VELHO, RO - Durante a 33ª Sessão Ordinária da 57ª Sessão Legislativa da 14ª Legislatura da Câmara Municipal de Porto Velho, realizada na manhã desta segunda-feira (15), vereadores denunciaram problemas no transporte escolar do distrito de União Bandeirantes. Segundo os parlamentares, mais de dez ônibus responsáveis pelo transporte de estudantes ficaram parados por falta de combustível, deixando centenas de alunos sem aulas.
Os vereadores Marcos Combate e Adalto de Bandeirantes utilizaram a tribuna para relatar a situação e cobrar providências urgentes. De acordo com eles, o problema afetou diretamente estudantes da zona rural, que dependem exclusivamente do transporte escolar para chegar às unidades de ensino.
Durante seu pronunciamento, Adalto de Bandeirantes também cobrou maior atenção da Prefeitura de Porto Velho aos distritos do município. O parlamentar destacou que os moradores enfrentam os mesmos problemas todos os anos, especialmente durante o período chuvoso, quando as estradas ficam em condições precárias, além da existência de pontes danificadas e dificuldades de acesso.
Ao se manifestar sobre o assunto, o vereador Breno Mendes informou que o problema estaria concentrado apenas em União Bandeirantes e relacionado à empresa Prime, responsável pela operação do transporte escolar. Segundo ele, a situação teria sido resolvida ainda nesta segunda-feira.
Já o vereador Everaldo Fogaça (foto) lembrou que a empresa presta serviços ao município desde a gestão anterior e afirmou que os pagamentos da Prefeitura estão sendo realizados regularmente. No entanto, segundo o parlamentar, a empresa não estaria cumprindo seus compromissos com fornecedores locais.
“Essa empresa vem recebendo da gestão do prefeito Léo Moraes em dia, mas não paga seus fornecedores. Vem dando calote em empresários que já trabalham com uma margem pequena de lucro e não aguentam esperar mais de 70 dias para receber seus pagamentos, o que acaba prejudicando a continuidade dos serviços”, afirmou Fogaça.
Os vereadores Márcio Pacele, Ellis Regina e Tiago Tezzari também se manifestaram durante os debates e compartilharam da mesma preocupação em relação aos atrasos nos pagamentos aos fornecedores que prestam serviços à empresa.
Diante da situação, o líder do Executivo na Câmara, vereador Breno Mendes, apresentou um requerimento convidando o secretário municipal de Educação, Giordani Lima, sua equipe técnica e representantes da empresa Prime para prestarem esclarecimentos aos parlamentares.
O requerimento foi aprovado pelos vereadores e a reunião está marcada para acontecer nesta terça-feira (16), antes do início da sessão ordinária da Câmara Municipal de Porto Velho. O objetivo é esclarecer os motivos que levaram à paralisação dos ônibus escolares e buscar soluções para evitar que novos prejuízos sejam causados aos estudantes dos distritos.
“Essa empresa vem recebendo da gestão do prefeito Léo Moraes em dia, mas não paga seus fornecedores. Vem dando calote em empresários que já trabalham com uma margem pequena de lucro e não aguentam esperar mais de 70 dias para receber seus pagamentos, o que acaba prejudicando a continuidade dos serviços”, afirmou Fogaça.
Os vereadores Márcio Pacele, Ellis Regina e Tiago Tezzari também se manifestaram durante os debates e compartilharam da mesma preocupação em relação aos atrasos nos pagamentos aos fornecedores que prestam serviços à empresa.
Diante da situação, o líder do Executivo na Câmara, vereador Breno Mendes, apresentou um requerimento convidando o secretário municipal de Educação, Giordani Lima, sua equipe técnica e representantes da empresa Prime para prestarem esclarecimentos aos parlamentares.
O requerimento foi aprovado pelos vereadores e a reunião está marcada para acontecer nesta terça-feira (16), antes do início da sessão ordinária da Câmara Municipal de Porto Velho. O objetivo é esclarecer os motivos que levaram à paralisação dos ônibus escolares e buscar soluções para evitar que novos prejuízos sejam causados aos estudantes dos distritos.
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