Fim do apoio do Governo Estadual à Feira da Décima Avenida preocupa feirantes e produtores em Porto Velho

Fim do apoio do Governo Estadual à Feira da Décima Avenida preocupa feirantes e produtores em Porto Velho


Feira da Décima Avenida desempenha papel importante na economia da capital, aproximando produtores e consumidores e fortalecendo o comércio regional

Texto e foto Marcelo Gladson

PORTO VELHO, RO -
A decisão da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) de encerrar o apoio à Feira da Décima Avenida, localizada no Bairro Alphaville, em Porto Velho, gerou apreensão entre feirantes, produtores rurais e pequenos empreendedores que dependem do espaço para garantir renda e movimentar a economia local. A feira acontece regularmente às segundas e sextas-feiras, reunindo consumidores de diferentes regiões da capital em busca de produtos da agricultura familiar, alimentos frescos e itens comercializados por pequenos empreendedores.

De acordo com a coordenação da feira, a notificação sobre a suspensão do suporte foi recebida recentemente e surpreendeu os organizadores, uma vez que o planejamento das atividades estava estruturado com a expectativa de manutenção da parceria até o final deste ano.

A medida pode afetar diretamente cerca de 800 famílias que encontram na feira uma importante fonte de sustento. Além da comercialização de produtos agrícolas, o local também reúne pequenos negócios e trabalhadores autônomos que utilizam o espaço para ampliar a renda familiar.

Diante da situação, produtores e comerciantes cobram esclarecimentos sobre os motivos que levaram à decisão e defendem a busca por alternativas que garantam a continuidade das atividades. A preocupação é que a interrupção do apoio comprometa a estrutura necessária para o funcionamento da feira e reduza as oportunidades de geração de emprego e renda.

Reconhecida como um dos principais pontos de comercialização de produtos da agricultura familiar e do empreendedorismo local, a Feira da Décima Avenida desempenha papel importante na economia da capital, aproximando produtores e consumidores e fortalecendo o comércio regional.

Os trabalhadores envolvidos esperam que o diálogo entre os organizadores e o poder público resulte em medidas capazes de preservar a realização da feira e minimizar os impactos para as centenas de famílias que dependem da atividade.



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