Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra investigado por crimes sexuais em Vilhena

Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra investigado por crimes sexuais em Vilhena


PORTO VELHO, RO - A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Vilhena, com apoio da Delegacia de Homicídios e da Delegacia de Polícia de Colorado do Oeste, cumpriu, nesta sexta-feira, mandado de prisão em desfavor de um professor de artes marciais investigado pela prática de crimes contra a dignidade sexual.

A ação integra as atividades da campanha Maio Laranja e decorre de inquérito policial que apura a prática dos crimes de estupro, assédio sexual e importunação sexual contra oito vítimas adolescentes. As diligências foram realizadas de forma integrada pelas unidades policiais envolvidas, após o avanço das investigações que monitoravam a conduta do suspeito no ambiente de instrução esportiva.

O êxito da investigação contou ainda com a atuação conjunta de órgãos que integram a rede de proteção à criança e ao adolescente. O Conselho Tutelar e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) prestaram acolhimento institucional às vítimas e realizaram os encaminhamentos necessários à autoridade policial.

A Federação de Artes Marciais também colaborou com os trabalhos investigativos, auxiliando no encaminhamento das vítimas para registro das ocorrências e reforçando o compromisso com as normas éticas da categoria.

A integração entre os órgãos de segurança pública e a rede municipal de proteção foi fundamental para a coleta de elementos probatórios e para assegurar o atendimento psicossocial necessário às vítimas durante todo o procedimento investigativo.

A Polícia Civil reitera que o sigilo das investigações e a preservação da identidade das vítimas são rigorosamente observados, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 Denúncias de violência contra crianças e adolescentes podem ser realizadas, de forma anônima, por meio do Canal de Denúncia 197, Disque 100 ou diretamente nas unidades da Polícia Civil e Conselhos Tutelares.

Fonte: ASSCOM/PC-RO

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