Como ocorreu poucas horas antes do fechamento da assinatura de fichas, em Rondônia, quando o conhecido apresentador de TV Augusto José, que disputaria a ALE pelo Partido Novo, ingressou no PL, com ficha assinada pelo presidente regional e candidato ao Governo, Marcos Rogério e pelo candidato ao Senado, o deputado federal Fernando Máximo.
Claro que ainda vai haver muitas idas e vindas, mas as relações básicas estão andando. Em algumas, há nomes sobrando. O PSD, por exemplo, tem 28 pretendentes. O segundo partido é o Podemos, com 27 possíveis candidatos. A Federação União Brasil/PP liberou apenas cinco nomes. O PRD, nove, a maioria de atuais deputados que buscam a reeleição. O Republicanos já tem 21 nomes. O PL, além de Augusto José, já confirmou outras 15 candidaturas até agora.
A Federação liderada pelo PT tem 16 possíveis candidatos e o Partido Novo chega com 20 postulantes. O Avante, comandado pelo ex-deputado Jair Montes, vem também forte, com nada menos do que 20 nomes já confirmados. O antigo PMN, agora com o nome de Mobiliza, ainda desconhecido, já tem 20 candidatos.
Faltam ainda as relações do MDB e do PSB, entre partidos considerados de boa votação. Os emedebistas terão uma candidatura ao Governo? Ainda não se sabe. Mas o PSB terá: Samuel Costa.
A verdade é que, no fim dos registros de candidaturas, o número de postulantes por vaga ainda deve dar um salto. Na última disputa, em 2022, o total de nomes participando do pleito para a ALE rondoniense foi de 398, ou seja, 16,5 candidatos por vaga.
A tendência é que na eleição de outubro, o número final possa superar os 400, praticamente repetindo os números de 2022. Ou seja, até agora, não temos ainda nem a metade prevista de todos os que se apresentarão como candidatos às 24 vagas para as cadeiras disponíveis.
Dos atuais deputados, pelo menos 21 dos 24 concorrerão à reeleição. Os três fora da lista são Cirone Deiró (candidato a vice na chapa liderada por Hildon Chaves); Delegado Camargo (pode disputar o Governo ou o Senado) e Ezequiel Neiva, que quer ser deputado federal.
Fonte: Opinião De primeira
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