Polícia Militar liberta mulher mantida em cárcere privado e agredida pelo ex-companheiro na zona Sul de Porto Velho

Polícia Militar liberta mulher mantida em cárcere privado e agredida pelo ex-companheiro na zona Sul de Porto Velho

A mulher recebeu atendimento inicial e foi encaminhada para os procedimentos médicos e legais necessários. Já o agressor foi conduzido ao Departamento de Flagrante

PORTO VELHO, RO -
Na noite de segunda-feira (05), uma guarnição da Polícia Militar de Rondônia libertou uma mulher que estava sendo mantida em cárcere privado e sofrendo agressões por parte do ex-companheiro no residencial popular Morar Melhor, localizado no bairro Aeroclube, zona Sul de Porto Velho.

De acordo com informações apuradas pela equipe de jornalismo, a vítima estava desaparecida havia cerca de dois dias, o que gerou grande preocupação entre familiares. Mesmo sob vigilância do agressor, a mulher conseguiu, em um momento de descuido, enviar um vídeo para parentes, no qual pedia socorro e afirmava estar com medo de morrer.

Nas imagens, a vítima aparece visivelmente abalada e com o rosto bastante machucado, demonstrando sinais claros de violência física. Após receberem o material, os familiares acionaram imediatamente a Polícia Militar, que passou a tratar o caso como prioridade.

As equipes se deslocaram rapidamente até o endereço indicado no residencial Morar Melhor. Ao chegarem ao local, os policiais constataram a veracidade da denúncia, resgataram a mulher e prenderam o suspeito em flagrante. O ex-companheiro foi detido ainda dentro do imóvel onde a vítima era mantida.

A mulher recebeu atendimento inicial e foi encaminhada para os procedimentos médicos e legais necessários. Já o agressor foi conduzido ao Departamento de Flagrantes, onde permaneceu à disposição da Justiça e deverá responder por cárcere privado, lesão corporal e violência doméstica, conforme prevê a Lei Maria da Penha.

O caso reforça a importância das denúncias e da atuação rápida das forças de segurança, além de destacar a relevância do apoio familiar em situações de violência doméstica. A Polícia Militar orienta que vítimas ou testemunhas de casos semelhantes acionem imediatamente o 190 ou busquem ajuda pelos canais oficiais de proteção à mulher.

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