Ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo foi executado em Praia Grande, no litoral de São Paulo, no último dia 15 de setembro

Rafael Saldanha, Carolina Figueiredo, da CNN
Porto Velho, RO - Um suspeito de matar o ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi morto em confronto com a polícia na manhã desta terça-feira (30) no Paraná.
A informação foi divulgada pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, e o delegado-geral de Polícia Civil, Artur Dian. Segundo as autoridades, o suspeito, identificado como Humberto, foi apontado como o possível atirador do crime contra Ruy Fontes.
Ele já estava entre os oito identificados pela Força-Tarefa dos órgãos de segurança pública de São Paulo por envolvimento no crime. Até o momento, quatro suspeitos foram presos.
Segundo Artur Dian, o suspeito, que já era alvo de mandado de prisão, havia fugido para o Paraná. Por isso, policiais de diversas delegacias foram até o estado paranaense no último sábado para prender Humberto.
No momento da abordagem para a prisão, o indivíduo teria reagido e entrado em confronto a tiros com os policiais paulistas, que contavam com o apoio da Polícia Civil do Paraná.
Durante o tiroteio, o suspeito foi morto. Segundo Derrite e Dian, os policiais não ficaram feridos.
Execução de ex-delegado
Ruy Ferraz Fontes foi executado no dia 15 de setembro em uma emboscada. O crime ocorreu após uma perseguição em alta velocidade e o capotamento do carro do delegado. Criminosos efetuaram mais de 20 disparos de fuzil contra ele.
Após a execução, os carros utilizados pelos criminosos, que eram roubados, foram abandonados e um deles incendiado, na tentativa de apagar vestígios.
A análise inicial da ação criminosa revela um planejamento meticuloso e o conhecimento técnico dos executores, que perseguiram Fontes antes de desferir mais de 20 tiros de fuzil.
Ruy Ferraz Fontes foi executado no dia 15 de setembro em uma emboscada. O crime ocorreu após uma perseguição em alta velocidade e o capotamento do carro do delegado. Criminosos efetuaram mais de 20 disparos de fuzil contra ele.
Após a execução, os carros utilizados pelos criminosos, que eram roubados, foram abandonados e um deles incendiado, na tentativa de apagar vestígios.
A análise inicial da ação criminosa revela um planejamento meticuloso e o conhecimento técnico dos executores, que perseguiram Fontes antes de desferir mais de 20 tiros de fuzil.
Prisões e foragidos
Até o momento, foram presos:
Até o momento, foram presos:
* Dahesly Oliveira Pires: Presa por suspeita de transportar um fuzil de Praia Grande (SP) para Diadema (SP). Ela recebeu o pagamento via Pix de uma conta ligada a Luiz Antônio;
* Luiz Henrique Santos Batista, o "Fofão": Traficante e membro do PCC, preso por suspeita de participação na logística do crime, mas não como executor direto;
* Rafael Marcell Dias Simões: Identificado como o sexto envolvido, atua em uma facção criminosa na Baixada Santista e foi preso em São Vicente (SP);
* William Silva Marques: Dono do imóvel em Praia Grande que teria sido usado pelos criminosos e onde Dahesly buscou o fuzil. Ele foi preso na manhã de sábado (20).
Permanecem foragidos e com prisão temporária decretada: Flavio Henrique Ferreira de Souza e Felipe Avelino da Silva, o "Mascherano", acusado de atuar como "Disciplina" no PCC, investigados pela execução direta. Além de Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, suspeito de organizar o transporte da arma e de dirigir o carro usado no crime.
Descobertas
Os carros utilizados pelos criminosos (uma Toyota Hilux e um Jeep Renegade) foram roubados na capital paulista.
Após a execução do ex-delegado, a Hilux foi incendiada após o crime para eliminar vestígios. O Renegade foi abandonado com o contato ligado, e exames periciais realizados neste veículo levaram à identificação dos executores.
Os investigadores encontraram carregadores de fuzil, cápsulas deflagradas e carregador de pistola, próximos ao Renegade abandonado.
Permanecem foragidos e com prisão temporária decretada: Flavio Henrique Ferreira de Souza e Felipe Avelino da Silva, o "Mascherano", acusado de atuar como "Disciplina" no PCC, investigados pela execução direta. Além de Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, suspeito de organizar o transporte da arma e de dirigir o carro usado no crime.
Descobertas
Os carros utilizados pelos criminosos (uma Toyota Hilux e um Jeep Renegade) foram roubados na capital paulista.
Após a execução do ex-delegado, a Hilux foi incendiada após o crime para eliminar vestígios. O Renegade foi abandonado com o contato ligado, e exames periciais realizados neste veículo levaram à identificação dos executores.
Os investigadores encontraram carregadores de fuzil, cápsulas deflagradas e carregador de pistola, próximos ao Renegade abandonado.
Fonte: CNN Brasil
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Polícia