Atualização - Rodovias seguem interditadas em 14 pontos de RO em manifestações contra o resultado das eleições

Governo do Estado informou que Forças de Segurança estão de prontidão para ajudar na liberação das vias, caso seja necessário. PRF iniciou os trabalhos para desbloquear as rodovias federais na manhã da última terça-feira (1º).

Porto Velho, RO - Rondônia ainda tem 14 pontos de bloqueios em rodovias federais feitos por manifestantes em protesto contra os resultados nas urnas. As interdições nas BRs iniciaram ainda no domingo (30), pouco após o encerramento da contagem de votos do segundo turno das eleições.

Os bloqueios acontecem em trechos das BR-364, BR-429 e BR-425. Na manhã desta terça-feira (1º), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou os trabalhos para a liberação das vias após uma liminar da Justiça Federal determinar os desbloqueios nas estradas.

Veja a lista dos pontos de bloqueio, atualizada às 06h10 de 02/11:

BR-364 Km 1069 - Distrito de Nova Califórnia, Porto Velho
BR-364 Km 1040 - Distrito de Extrema, Porto Velho
BR-364 Km 801 - Distrito de Jaci-Paraná
BR-364 Km 631 - Candeias do Jamari
BR-364 Km 512 - Ariquemes
BR-364 Km 426 - Jaru
BR-364 Km 337 - Ji-Paraná
BR-364 Km 273 - Presidente Médici
BR-364 Km 235 - Cacoal
BR-364 Km 16 - Vilhena
BR-425 Km 96 - Nova Mamoré
BR-425 Km 140 - Guajará-Mirim
BR-429 Km 166 - São Miguel do Guaporé
BR-429 Km 90 - Alvorada do Oeste



Atuação da Polícia Militar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reforçou nesta terça-feira (1º) que as polícias militares dos estados podem desobstruir inclusive as estradas federais bloqueadas no país e identificar, multar e prender os responsáveis pelos bloqueios.

O Governo do Estado informou que as forças de segurança do estado estão de prontidão, caso seja necessário, para atuar nas negociações em apoio à PRF. Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) informou que, caso sejam acionadas, as forças de segurança têm como objetivo conscientizar os manifestantes sobre os impactos negativos da interdição.

Fonte: G1/RO



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