Atuação da Vara de Proteção da Infância e Juventude para reintegrar crianças e adolescentes às famílias

 


Porto Velho, RO - Em documentário produzido pela Comunicação do Tribunal de Justiça de Rondônia, um trabalho de pouca visibilidade da Vara de Proteção à Infância e Juventude é destacado para informar a sociedade sobre o esforço que é feito para reintegrar crianças e adolescentes abrigados ao seio familiar.

“Conviver” é o título que concentra o significado e o objetivo do esforço empenhado pelos profissionais que atuam na área para fazer cumprir a legislação e garantir a essas crianças e adolescentes acolhidos em instituições, o direito à convivência familiar.

O documentário conta histórias exitosas de reintegração de crianças que, após a passagem por abrigo institucional e trabalho técnico, revelam o potencial que cada família tem de transformar a realidade e garantir o menor tempo possível de acolhimento. E não são exceções, pelo contrário: é dessa forma que a maioria das crianças deixa os abrigos.

Geralmente, eles(as) chegam nas unidades de acolhimento com histórico de violência, abusos, abandono, omissão e outras violações que, quando denunciadas e constatadas, podem levar à retirada do seio familiar. Neste momento, o Estado precisa garantir a proteção e integridade física e emocional da criança até que se chegue a uma solução definitiva para o caso.

Nos abrigos institucionais são acolhidos e cuidados por equipes multiprofissionais que atuam para identificar a necessidade de cada um de auxiliar no destino que eles(as) terão. Carinho, cuidado, segurança é o que eles recebem nas instituições, porém mais importante que isso é garantir um futuro, a certeza de que a família será capaz de rever suas deficiências e buscar o retorno da convivência ou até mesmo mudar de ideia.

Para que isso aconteça, as equipes de assistentes sociais e psicólogos iniciam uma longa investigação para identificar os riscos e potenciais a serem trabalhados no seio familiar que vão ajudar em decisões.

No documentário, também são ouvidos os profissionais que compõem a rede de proteção, que, abnegadamente, buscam soluções para se chegar ao melhor resultado para as crianças e adolescentes.



Assessoria de Comunicação Institucional

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