6/recent/ticker-posts

VACINA COM URGÊNCIA: Jornalistas estão perdendo guerra contra COVID-19 em Rondônia

 


Luiz JúniorCléo SubtilMarcelo BenesbyGessi TabordaAnísio GorayebChagas PereiraLima NetoOdair CaladoFrancisco MathiasAdilson Santos (Indião), esses são alguns dos jornalistas rondonienses que não pararam suas atividades durante a pandemia e acabaram perdendo a vida para a COVID-19.
 
O caso mais recente foi neste último sábado (26), o jornalista Adão Gomes, ancora da Rede TV! Rondônia, entusiasta do jornalismo esportivo local e um dos pioneiros das transmissões ao vivo de grandes eventos em Rondônia, ele não resistiu à infecção. 
 
Vacinação 
 
Em Porto Velho, os jornalistas não foram colocados no grupo prioritário, a maioria dos que faleceram tinha mais de 40 anos de idade e morreram sem sequer ter acesso à vacina que imuniza ao vírus. 
 
Ao contrário da capital do Estado, no município de Cacoal, os jornalistas foram colocados na lista prioritária de vacinação e já estão imunizados com a primeira dose da vacina. 
 
Projeto está na mesa
 
Um Projeto de Lei apresentado pelo vereador Everaldo Fogaça colocando a categoria entre o grupo prioritário foi aprovado na Câmara Municipal da capital. Porém, ainda não foi colocado em prática pelo sistema SASI, que agenda a data das vacinas. 
 
O vereador Fogaça, que acompanhava o prefeito no lançamento da obra de uma creche para a comunidade do bairro Nova Esperança na tarde desta terça-feira (29) afirmou à reportagem que iria questionar Hildon Chaves (PSDB) sobre a inclusão da categoria no grupo prioritário.
 
“A Lei da aprovada, um dos motivos de estar aqui é cobrar do prefeito para que se vacine a categoria, falei com a secretária e ela me disse que seria na semana passada, não foi, agora vou falar com quem manda, o prefeito, estou aqui para isso”, garantiu o vereador Everaldo Fogaça. 
 
Além das forças da Saúde, Educação e Segurança, estão incluídos no grupo prioritário em Porto Velho os profissionais do transporte coletivo, funcionários de consultórios médicos e farmácias, caminhoneiros, agentes penitenciários, e servidores de instalações portuárias. 

Postar um comentário

0 Comentários