* P/ Juvenil Coelho.

Bem que as conversações, acordos e prováveis alianças, e até as fofocas corriqueiras, que naturalmente se antecedem a realização de qualquer pleito eleitoral estavam frias, em banho Maria, como se diz no jargão popular, caminhando a paços curtos ou ainda em agua brandas, como queiram. 

Notadamente com a volta do Xerife Lula ao centro das atenções, no cenário midiático, representando novamente a esquerda, em alto estilo. Foi assim o elixir que faltava para a retomada e motivação de todo o processo eleitoreiro. 

 Que naturalmente gira em torno das siglas partidárias, e suas lideranças, no sentido de já celebrarem as convenientes negociações com vistas a eleição vindoura de 2022. Evidente que tanto no âmbito Federal, como no âmbito dos estados. 

O certo é que deu uma acelerada no movimento virtual e também nos bastidores. Haja vista que até mesmo os Institutos de pesquisa estão sendo incitados a fazerem suas previas, em sondagens emergentes. Apesar da inanição provocada pela crise vivenciada. IBOPE, DATA FOLHA e tantos outros já estão de paví aceso e se lançam em campo, na busca das novas tendências, junto ao povão.

 Com o Instituto Phoenix, não está sendo diferente, nos últimos dias fomos contratados para algumas tarefas, BRASIL a fora. Além de um trabalho que já estava programado para meados deste mês, aqui no estado de Rondônia. Por outro lado, o que se observa também de grande relevância, é que nesta badalação demagógica, entre direita, esquerda e centrão

. Também nas decisões controvérsias da justiça, otimizadas pela mídia e redes sociais, acabam desviando as atenções, até então focada quase que total nos efeitos nocivo da pandemia. 

Ou seja, a população ocupa- se em entreter nas noticias da discutível politica partidária. Assim continuamos de antena ligada, aos demais desdobramentos da futura peleja. Como dizem os especialistas de plantão, até lá, muita agua vai rolar.

O autor é analista politico e dir. executivo do INSTITUTO PHOENIX DE PESQUISA. Reg. na FENAJ 1.344 – RO.