URGENTE

MÍDIA ADAPTA-SE À NOVA ERA DO IPAD


Em julho, a Flipboard, uma pequena companhia iniciante de Palo Alto, na Califórnia, movimentou o mundo da tecnologia com um aplicativo para o iPad, da Apple, que prometia mudar a maneira como os usuários da internet descobrem e leem notícias on-line. O aplicativo, cujo download é gratuito, pede aos usuários que registrem em suas contas no Facebookou Twittersuas publicações favoritas e as informações que desejam receber. Então, puxa todos os links relevantes relacionados a noticiários, itens de blogs e fotografias transmitidas por meio dos feeds [dispositivos que exibe dados atualizados] existentes nas redes sociais e os mostra sob um formato atraente e fácil de navegar, que lembra uma revista tradicional.

Os donos de iPads e os especialistas em internet imediatamente transformaram o pequeno e inovador programa em um dos mais elogiados novos aplicativos para o iPad. Os computadores da Flipboard ficaram congestionados durante a maior parte da primeira semana depois que o aplicativo foi lançado.


Apesar da abordagem nova, a Flipboard, assim como outros chamados agregadores de notícias - que permitem aos usuários da internet coletar artigos de diferentes fontes, apresentando-os em um único local - pareceu ter a mesma velha atitude em relação ao conteúdo das companhias de mídia. Ela não tinha acordos com essas empresas, mas servia-se das manchetes e das primeiras sentenças dos artigos jornalísticos, que então remetiam às páginas das publicações na internet. Agora, a Flipboard está mudando sua postura. No início do mês, a companhia anunciou parcerias com vários grupos de mídia, incluindo o "The Washington Post"; a ABCNews; a revista "Bom Appétit", da Condé Nast; e o All Things Digital, um blog de tecnologia de do "The Wall Street Journal".

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