URGENTE

BOI-BUMBÁ FLOR DO CAMPO VENCE MAIS UMA VEZ NO FESTIVAL FOLCLÓRICO DE GAUJARÁ-MIRIM

A belíssima Cunhãporanga e o cantor Ricardo do
Flor do Campo deram um Show a parte.


Várias personalidades VIP prestigiaram o melhor evento cultural do Estado de Rondônia, entre eles o Deputado Federal Eduardo Valverde e o Empresário Robson da fábrica Dydyo
que deu um grande incentivo ao festival.

Flor do Campo trouxe as mais belas moças representantes das tribos.


O boi-bumbá Flor do Campo é o vencedor do XVI Festival Folclórico de Guajará-Mirim. O boi das cores branco e vermelho obteve 1.164,09 pontos contra 1.155,06 do contrário, o Malhadinho. A apuração foi realizada na tarde dessa segunda-feira (16).

A gerente de cultura da Secretaria Estadual de Cultura Esportes e Lazer, Bebel Silva e o secretário Municipal de Cultura e Turismo, membros da comissão, foram os responsáveis em conduzir a apuração dos votos avaliados pelos jurados: Carla da Costa Dias, Helenise Guimarães e Raphael Davi, são estudiosos do Folclore do Boi-Bumbá da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro.meio, o Amo saudava o pú-Bumbá Flor do Campo

ASSOCIAÇÃO FOCLÓRlCA E CULTURAL

BOI BUMBA FLOR DO CAMPO DE GUAJARÁ-MIRIM - RO

Em 1981, em uma das salas da escola Estadual Almirante Tamandaré foi criado (nasceu) O querido boi bumba Flor do campo. Fruto dos esforços e entusiasmo da professora Georgina Ramos da Costa em 03 de maio de 1981, comemorado hoje no dia 21 de abril, ele foi confeccionado de sucatas, cipó, carcaça, Pano (murim), cola, papelão, jornal, cordão (barbante), buchas de cordas, agulhas e linhas, etc... Na época o boi era malhado de branco e preto e tinha o apelido de famosinho, mas o seu nome verdadeiro era Flor do Campo. Este nome veio do Pará, porque sua criadora é paraense, nascida em Itaituba a 21 de Abril de 1939. Para a consecução desse objetivo sua criadora contou com a ajuda do querido professor Ermelo mito, dona Maria de Nazaré, tia Lulu e sua agulha, a querida professora Valdecy Santos Paes entre outras pessoas. O boi dançaca no estilo maranhense, muito enfeitado, brilhos, cartolinas, papelão, purpurina, lantejoulas, penas e panos de chita.

A dança era quase uma quadrilha, ficava fazendo voltas em duas alas e o boi no meio, o Amo saudava o público com sua poesia, dançava, matava, curava, ressucitava e repartia o boi, era um castigo para ressucitar o boi e voltar a dançar, ordem do fazendeiro coronel de barranco. Hoje a presidente e atuante Georgina Ramos da Costa, tem uma diretoria atuante ela mesma como presidente. É reconhecido juridicamente e está saindo da (UNAM), a antiga coordenadora do evento denominado FEFOPEM, hoje está sendo chamado FEFOGUAM, tendo o apoio do turismo, Prefeitura Municipal de Guajará-Mirim, e o Centro Cultural.

Nenhum comentário